ESTEIOS
[Esteio - coluna de madeira, pedra, ferro, etc., que serve para segurar alguma coisa; escora; sustentáculo]
“Esteios” é o nome de uma iniciativa que se enquadra nas celebrações dos 50 anos do 25 de abril. Decidimos, então, celebrar a democracia recordando aqueles e aquelas que ou contribuíram para que, no campo da Educação, um tal dia pudesse acontecer ou nos revelaram, antes disso, como poderiam ser as nossas vidas e este país quando esse dia amanhecesse.
Tal como Saramago em Todos os Nomes, sentimos a necessidade de evocar homens e mulheres cuja morte definitiva só acontecerá no dia em que nos esquecermos de uns e de outras. Significaria que os perderíamos, não porque eles e elas morreram, mas porque a sua coragem cívica, a sua não-indiferença, a sua inventividade, os seus sonhos e realizações teriam deixado de existir. Este é um risco que não queremos correr, dado que ao perdê-los estaríamos, de algum modo, a perder-nos também.
As biografias breves que publicamos constituem, por isso, um primeiro momento de um espólio de vidas e experiências bem mais amplo que se encontra ainda em construção e para o qual convidamos todos e todas a participar.
O que se espera é que até novembro de 2024, quem o queira fazer, redija uma biografia e a envie para [email protected], seguindo o modelo que, a partir deste momento, tem ao seu dispor. O que desejamos é construir um memorial sobre pessoas que, tendo falecido depois de abril de 1974, tenham contribuído, das mais diversas maneiras possíveis, para a democratização do campo da Educação em Portugal. Diríamos que lhes devemos isso e chamamos-lhes “esteios” porque sem eles a nossa vida pessoal e coletiva teria sido certamente diferente.
Neste momento, as biografias que construirmos ficarão expostas, durante o tempo que for necessário, numa página própria alojada no site do Observatório de Vida das Escolas (OBVIE), esperando-se que, posteriormente, essas biografias sejam incluídas numa publicação a organizar para o efeito.
Para quem lê esta mensagem, o convite está feito, esperando-se que haja gente a aceitar o desafio que propomos e sabendo que o seu contributo (que terá de ser validado pelos organizadores da iniciativa) pode constituir mais do que um exercício para a construção de uma memória futura, um exercício de justiça histórica e de afirmação democrática.
“Esteios” é o nome de uma iniciativa que se enquadra nas celebrações dos 50 anos do 25 de abril. Decidimos, então, celebrar a democracia recordando aqueles e aquelas que ou contribuíram para que, no campo da Educação, um tal dia pudesse acontecer ou nos revelaram, antes disso, como poderiam ser as nossas vidas e este país quando esse dia amanhecesse.
Tal como Saramago em Todos os Nomes, sentimos a necessidade de evocar homens e mulheres cuja morte definitiva só acontecerá no dia em que nos esquecermos de uns e de outras. Significaria que os perderíamos, não porque eles e elas morreram, mas porque a sua coragem cívica, a sua não-indiferença, a sua inventividade, os seus sonhos e realizações teriam deixado de existir. Este é um risco que não queremos correr, dado que ao perdê-los estaríamos, de algum modo, a perder-nos também.
As biografias breves que publicamos constituem, por isso, um primeiro momento de um espólio de vidas e experiências bem mais amplo que se encontra ainda em construção e para o qual convidamos todos e todas a participar.
O que se espera é que até novembro de 2024, quem o queira fazer, redija uma biografia e a envie para [email protected], seguindo o modelo que, a partir deste momento, tem ao seu dispor. O que desejamos é construir um memorial sobre pessoas que, tendo falecido depois de abril de 1974, tenham contribuído, das mais diversas maneiras possíveis, para a democratização do campo da Educação em Portugal. Diríamos que lhes devemos isso e chamamos-lhes “esteios” porque sem eles a nossa vida pessoal e coletiva teria sido certamente diferente.
Neste momento, as biografias que construirmos ficarão expostas, durante o tempo que for necessário, numa página própria alojada no site do Observatório de Vida das Escolas (OBVIE), esperando-se que, posteriormente, essas biografias sejam incluídas numa publicação a organizar para o efeito.
Para quem lê esta mensagem, o convite está feito, esperando-se que haja gente a aceitar o desafio que propomos e sabendo que o seu contributo (que terá de ser validado pelos organizadores da iniciativa) pode constituir mais do que um exercício para a construção de uma memória futura, um exercício de justiça histórica e de afirmação democrática.